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SISTEMA FINANCEIRO DE HABITAÇÃO E IMOBILIÁRIO

O Sistema Financeiro de Habitação (SFH)  foi criado e regulamentado pela lei nº 4.380, de 21 de agosto de 1964. Ele rege a maioria dos financiamentos imobiliários que ocorrem no país. Emprega recursos das contas de poupança, ou repassados pelo FGTS, no financiamento da aquisição e construção de imóveis residenciais. Seu estudo foi necessário para a compreensão dos problemas relacionados a financiamentos e a crise no setor imobiliário. A íntegra da lei pode ser encontrada no link abaixo:

O Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) foi criado e regulamentado pela lei nº 9.514, de 20 de novembro de 1997. Ele rege os financiamentos imobiliários que ocorrem fora das regras do SFH no país. Seus princípios básicos são a economia de mercado, a desregulamentação e a desoneração dos cofres públicos. Seu estudo permitiu analisar as diferenças em relação ao SFH. A integra da lei pode ser acessada no link abaixo :

Outras informações importantes sobre os dois sistemas de financiamento podem ser encontradas no site:

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A QUEDA DO MERCADO IMOBILIÁRIO

Na linha do tempo é possível conferir o quanto caiu os valores de financiamento no Brasil desde 2008. A economia brasileira ainda está bastante instável, o que influencia negativamente o mercado imobiliário. O setor depende de como está o cenário do país e não dá para falar em uma melhora econômica. E o cenário de instabilidade na política também contamina a confiança.  fonte: artigo ZapImoveis para g1.globo.com, disponível em: http://g1.globo.com/especial-publicitario/zap/imoveis/noticia/2016/04/o-auge-e-queda-do-mercado-imobiliario-em-uma-decada.html

O IMPACTO NA PRÁTICA

''Na última sexta-feira, os funcionários da obra de construção de uma cobertura em Águas Claras saíram três horas antes do fim do expediente. O motivo não é novo: sem água, não havia mais o que fazer no canteiro. Responsável pela obra, a arquiteta Tânia Fernandes calcula um prejuízo de R$ 3 mil a R$ 4 mil por dia. “A obra acaba parando quando não se tem água, porque, sem ela, não se consegue mexer massa, não dá pra limpar o local, não se transporta entulho. E obra parada é perda de dinheiro. Tenho uma equipe de sete pessoas no projeto, no dia do racionamento, não rendemos, aí temos que lidar com prejuízo nas diárias e no aluguel de contêiner”, afirma.'' Esse cenário mostrado no fragmento retirado do artigo, demonstra como cenas como essa se tornam cada vez mais frequentes atualmente. Interrompendo o trabalho de operários, as metas da construtora e a longo prazo, a entrega do imóvel.   Autor :  Paulo Muniz, Presidente da ADEMI-DF.  Di sponível em:  h...

COMPLICAÇÕES NO SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL DEVIDO A CRISE HÍDRICA

"Se a crise econômica vinha derrubando as expectativas de melhora no setor de construção civil no Brasil, o racionamento tem deixado a situação ainda mais complicada no Distrito Federal. Ficar sem água a cada seis dias vem fazendo construtoras e arquitetos pisarem no freio, e assim, arriscarem até atrasar a entrega de várias obras. Na semana passada, o Ministério Público do DF e dos Territórios (MPDFT) encaminhou aos órgãos responsáveis 64 sugestões para combater a crise hídrica, incluindo ampliação do rodízio de abastecimento, sugestão que, para o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), pode piorar ainda mais a situação do setor." A reportagem do Correio Braziliense, demonstra como a situação da crise de água de Brasília agravou de dezembro de 2016 até 2017. Fazendo com o mercado imobiliário se agravasse ainda mais. fonte: Correio Braziliense, Texto de Pedro Grigori, Publicado originalmente em 14/04/2017