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RACIONAMENTO DE ÁGUA E AS CONSEQUÊNCIAS PARA OBRAS

Em novembro de 2016, diziam que ainda era cedo para avaliar os impactos da crise hídrica na indústria da construção civil, mas, na opinião de especialistas, o racionamento que que viria a ser imposto nos próximos meses iria afetar drasticamente o setor. “A água é importante para boa parte das indústrias relacionadas a essa área. As usinas de concreto, por exemplo, necessitam dela como matéria-prima básica para o seu produto final, que é altamente perecível e não pode ser estocado. A produção de concreto tem que ser no sistema just in time, que certamente não combina com uma realidade de racionamento de água cinco por dois [cinco dias sem abastecimento e dois dias com]”, ressaltou Luiz Henrique Ferreira, diretor da Inovatech, consultoria de sustentabilidade para a construção civil. "

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Na linha do tempo é possível conferir o quanto caiu os valores de financiamento no Brasil desde 2008. A economia brasileira ainda está bastante instável, o que influencia negativamente o mercado imobiliário. O setor depende de como está o cenário do país e não dá para falar em uma melhora econômica. E o cenário de instabilidade na política também contamina a confiança.  fonte: artigo ZapImoveis para g1.globo.com, disponível em: http://g1.globo.com/especial-publicitario/zap/imoveis/noticia/2016/04/o-auge-e-queda-do-mercado-imobiliario-em-uma-decada.html

O IMPACTO NA PRÁTICA

''Na última sexta-feira, os funcionários da obra de construção de uma cobertura em Águas Claras saíram três horas antes do fim do expediente. O motivo não é novo: sem água, não havia mais o que fazer no canteiro. Responsável pela obra, a arquiteta Tânia Fernandes calcula um prejuízo de R$ 3 mil a R$ 4 mil por dia. “A obra acaba parando quando não se tem água, porque, sem ela, não se consegue mexer massa, não dá pra limpar o local, não se transporta entulho. E obra parada é perda de dinheiro. Tenho uma equipe de sete pessoas no projeto, no dia do racionamento, não rendemos, aí temos que lidar com prejuízo nas diárias e no aluguel de contêiner”, afirma.'' Esse cenário mostrado no fragmento retirado do artigo, demonstra como cenas como essa se tornam cada vez mais frequentes atualmente. Interrompendo o trabalho de operários, as metas da construtora e a longo prazo, a entrega do imóvel.   Autor :  Paulo Muniz, Presidente da ADEMI-DF.  Di sponível em:  h...

COMPLICAÇÕES NO SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL DEVIDO A CRISE HÍDRICA

"Se a crise econômica vinha derrubando as expectativas de melhora no setor de construção civil no Brasil, o racionamento tem deixado a situação ainda mais complicada no Distrito Federal. Ficar sem água a cada seis dias vem fazendo construtoras e arquitetos pisarem no freio, e assim, arriscarem até atrasar a entrega de várias obras. Na semana passada, o Ministério Público do DF e dos Territórios (MPDFT) encaminhou aos órgãos responsáveis 64 sugestões para combater a crise hídrica, incluindo ampliação do rodízio de abastecimento, sugestão que, para o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), pode piorar ainda mais a situação do setor." A reportagem do Correio Braziliense, demonstra como a situação da crise de água de Brasília agravou de dezembro de 2016 até 2017. Fazendo com o mercado imobiliário se agravasse ainda mais. fonte: Correio Braziliense, Texto de Pedro Grigori, Publicado originalmente em 14/04/2017