''Na última
sexta-feira, os funcionários da obra de construção de uma cobertura em Águas
Claras saíram três horas antes do fim do expediente. O motivo não é novo: sem
água, não havia mais o que fazer no canteiro. Responsável pela obra, a
arquiteta Tânia Fernandes calcula um prejuízo de R$ 3 mil a R$ 4 mil por dia.
“A obra acaba parando quando não se tem água, porque, sem ela, não se consegue
mexer massa, não dá pra limpar o local, não se transporta entulho. E obra
parada é perda de dinheiro. Tenho uma equipe de sete pessoas no projeto, no dia
do racionamento, não rendemos, aí temos que lidar com prejuízo nas diárias e no
aluguel de contêiner”, afirma.''
Esse cenário mostrado no fragmento retirado do artigo, demonstra como cenas como essa se tornam cada vez mais frequentes atualmente. Interrompendo o trabalho de operários, as metas da construtora e a longo prazo, a entrega do imóvel.
Autor: Paulo Muniz, Presidente da ADEMI-DF. Disponível em: http://www.ademidf.com.br/coluna-semanal/o-impacto-do-racionamento-de-agua-na-construcao-civil/
Comentários
Postar um comentário