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SOBRE O BLOG

Este blog remete a uma avaliação da disciplina de Instituições de Direito Publico e Privado, da Universidade de Brasilia (UnB). 

O intuito é colocar reportagens, textos, dados e apresentações referentes ao tema Crise Hídrica e a Construção Civil que serão utilizados na apresentação do seminário da disciplina.

São colaboradores do blog todos os participantes do grupo, sendo eles: Amanda Marques de Almeida Silva, Arianne Alencar de Moraes, Filipe Rodrigues Brito, João Vitor Gomes de Abreu, Jonas Nogueira dos Santos, Marcelo Lemes Assis, Nathálya dos Anjos Sousa, Rayssa Moreira Cardoso e Victor Martins de Araújo. 

Esperamos que o blog possa auxiliar e informar a todos que queiram conhecer mais sobre o tema. 

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A QUEDA DO MERCADO IMOBILIÁRIO

Na linha do tempo é possível conferir o quanto caiu os valores de financiamento no Brasil desde 2008. A economia brasileira ainda está bastante instável, o que influencia negativamente o mercado imobiliário. O setor depende de como está o cenário do país e não dá para falar em uma melhora econômica. E o cenário de instabilidade na política também contamina a confiança.  fonte: artigo ZapImoveis para g1.globo.com, disponível em: http://g1.globo.com/especial-publicitario/zap/imoveis/noticia/2016/04/o-auge-e-queda-do-mercado-imobiliario-em-uma-decada.html

O IMPACTO NA PRÁTICA

''Na última sexta-feira, os funcionários da obra de construção de uma cobertura em Águas Claras saíram três horas antes do fim do expediente. O motivo não é novo: sem água, não havia mais o que fazer no canteiro. Responsável pela obra, a arquiteta Tânia Fernandes calcula um prejuízo de R$ 3 mil a R$ 4 mil por dia. “A obra acaba parando quando não se tem água, porque, sem ela, não se consegue mexer massa, não dá pra limpar o local, não se transporta entulho. E obra parada é perda de dinheiro. Tenho uma equipe de sete pessoas no projeto, no dia do racionamento, não rendemos, aí temos que lidar com prejuízo nas diárias e no aluguel de contêiner”, afirma.'' Esse cenário mostrado no fragmento retirado do artigo, demonstra como cenas como essa se tornam cada vez mais frequentes atualmente. Interrompendo o trabalho de operários, as metas da construtora e a longo prazo, a entrega do imóvel.   Autor :  Paulo Muniz, Presidente da ADEMI-DF.  Di sponível em:  h...

COMPLICAÇÕES NO SETOR DE CONSTRUÇÃO CIVIL DEVIDO A CRISE HÍDRICA

"Se a crise econômica vinha derrubando as expectativas de melhora no setor de construção civil no Brasil, o racionamento tem deixado a situação ainda mais complicada no Distrito Federal. Ficar sem água a cada seis dias vem fazendo construtoras e arquitetos pisarem no freio, e assim, arriscarem até atrasar a entrega de várias obras. Na semana passada, o Ministério Público do DF e dos Territórios (MPDFT) encaminhou aos órgãos responsáveis 64 sugestões para combater a crise hídrica, incluindo ampliação do rodízio de abastecimento, sugestão que, para o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), pode piorar ainda mais a situação do setor." A reportagem do Correio Braziliense, demonstra como a situação da crise de água de Brasília agravou de dezembro de 2016 até 2017. Fazendo com o mercado imobiliário se agravasse ainda mais. fonte: Correio Braziliense, Texto de Pedro Grigori, Publicado originalmente em 14/04/2017